
O grupo curitibano “Caçarola – Orquestra de baixos” apresenta um repertório variado e mostra como é possível conseguir um resultado musical consistente com apenas 6 contrabaixos.
Inspirada no grupo parisiense L'Orchestre de Contrabasses, o Caçarola nasceu da vontade que alguns estudantes de música tinham de aprimorar seus estudos sobre o contrabaixo. Depois de diversas tentativas de formar grupos de estudos, os seis integrantes se reuniram já com o nome definido e começaram a ensaiar. Segundo Fernando Schubert, um dos instrumentistas do grupo, o nome surgiu de uma discussão na comunidade do Departamento de Artes da Federal no Orkut. “Começou, na comunidade da Ufpr, uma discussão sobre panelinhas de baixistas e de guitarristas...cada um defendendo o seu instrumento...e dessa brincadeira eu falei ‘panelinha nada....isso aqui (dos baixistas) é uma tremenda de uma caçarola’. Daí o pessoal começou a tirar sarro e o nome ficou”. O instrumentista diz ainda que o objetivo do grupo é executar músicas conhecidas do público em geral e também músicas próprias com arranjos para contrabaixo e, além disso, realizar a prática de estudos desse instrumento.
O repertório é composto principalmente por estilos brasileiros como choro, samba, funk e frevo, mas conta também com a presença do jazz e um toque erudito. Além disso, há espaço para música própria. Na estréia do grupo (foto), que aconteceu no Teatro Paiol, em Curitiba, duas peças compostas pelos integrantes da orquestra já foram apresentadas e algumas outras já estão sendo preparadas para os próximos shows.
O que chama a atenção da maioria das pessoas que já viram o grupo, é que os seis contrabaixos juntos conseguem o efeito de uma banda formada por diversos instrumentos. “Nessas músicas os baixos fazem a função de : metais, bateria, surdo, tamborim, ganzá, violão, baixo e instrumento solista.” , diz Schubert.
Vamos às apresentações.... o Caçarola é:
Flávio Lira, responsável pela direção musical,
Ariadne Melchioretto,
Bruna Buschle,
Fernando Schubert,
Luis Gustavo Slomp e
Renata Cáceres.
foto: Vitor Moraes
Inspirada no grupo parisiense L'Orchestre de Contrabasses, o Caçarola nasceu da vontade que alguns estudantes de música tinham de aprimorar seus estudos sobre o contrabaixo. Depois de diversas tentativas de formar grupos de estudos, os seis integrantes se reuniram já com o nome definido e começaram a ensaiar. Segundo Fernando Schubert, um dos instrumentistas do grupo, o nome surgiu de uma discussão na comunidade do Departamento de Artes da Federal no Orkut. “Começou, na comunidade da Ufpr, uma discussão sobre panelinhas de baixistas e de guitarristas...cada um defendendo o seu instrumento...e dessa brincadeira eu falei ‘panelinha nada....isso aqui (dos baixistas) é uma tremenda de uma caçarola’. Daí o pessoal começou a tirar sarro e o nome ficou”. O instrumentista diz ainda que o objetivo do grupo é executar músicas conhecidas do público em geral e também músicas próprias com arranjos para contrabaixo e, além disso, realizar a prática de estudos desse instrumento.
O repertório é composto principalmente por estilos brasileiros como choro, samba, funk e frevo, mas conta também com a presença do jazz e um toque erudito. Além disso, há espaço para música própria. Na estréia do grupo (foto), que aconteceu no Teatro Paiol, em Curitiba, duas peças compostas pelos integrantes da orquestra já foram apresentadas e algumas outras já estão sendo preparadas para os próximos shows.
O que chama a atenção da maioria das pessoas que já viram o grupo, é que os seis contrabaixos juntos conseguem o efeito de uma banda formada por diversos instrumentos. “Nessas músicas os baixos fazem a função de : metais, bateria, surdo, tamborim, ganzá, violão, baixo e instrumento solista.” , diz Schubert.
Vamos às apresentações.... o Caçarola é:
Flávio Lira, responsável pela direção musical,
Ariadne Melchioretto,
Bruna Buschle,
Fernando Schubert,
Luis Gustavo Slomp e
Renata Cáceres.
foto: Vitor Moraes
Um comentário:
puxa, sem comentários nesse comentário.
tá muito bacana a página de vocês, o que tá escrito tem conteúdo, dá pra tirar bastante informação confiável de poucas linhas (sem muito adjetivo e achismo) e além de tudo o texto tá solto, vocês tão em casa...
go, girls!
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