quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Rock curitibano marca presença em evento paulista neste feriadão.


O underground curitibano tem se expandido e não é assim só com bandas "seculares", termo usado para definir o que não é cristão. O rock gospel de Curitiba também tem alçado novos vôos.
Nos próximos dias 2 e 3 de novembro acontece em São Paulo o DDD, Dias de Decidir Destinos, evento realizado pela igreja Sara Nossa Terra. Diversas bandas de outros estados foram convidadas entre elas a banda Menorra de Curitiba.
O grupo formado há 4 anos pelos irmãos Marcio Carvalho(vocalista), Guilherme Nascimento (guitarrista), Duda Nascimento (baterista) e Leandro Prado ( baixista) já recebeu prêmio de banda revelação do rock gospel curitibano e fez shows por toda a região sul. Mas é a primeira vez que se apresentam em São Paulo. Márcio acredita que esta é uma boa oportunidade para divulgar o trabalho da banda. “ Uma galera nova conhecendo a nossa música. Com certeza faremos novos contatos”, diz.
Para saber mais sobre o DDD e sobre a Menorra acesse os sites http://www.saranossaterra.com.br/ e http://www.menorra.com/ .
Foto: Luana Gabriela

terça-feira, 30 de outubro de 2007

A volta da “bonequinha esquimó”


Björk é uma das atrações mais esperadas do Tim Festival desse ano. A cantora foi muito elogiada pelos shows de São Paulo e Rio (foto*) e amanhã (31/10/2007) é a vez de Curitiba recebê-la.

Conhecida pela originalidade e experimentalismo de suas músicas, a islandesa Björk, de 42 anos, voltou à cena musical com força total. Três anos após o lançamento do álbum Medulla (2004), que surpreendeu pela ousadia ao utilizar apenas vozes humanas em todas as faixas, Bjork lançou, no início deste ano, um disco com canções dançantes e enérgicas. O Volta, que abre com a música “Earth Intruders” dizendo “nós somos os invasores da Terra”, tem dez faixas e algumas parcerias.

Espera-se para o setlist do show do Tim Festival de amanhã, músicas do Volta e também alguns dos seus maiores sucessos, como Hidden Place e Pagan Poetry. Björk não vem ao Brasil desde 1998 quando tocou no Close-up Planet no Rio de Janeiro.

Antes de lançar sua carreira solo em 1993 com o álbum Debut, a Bjork fez parte da banda Sugarcubes, que a lançou como cantora e “colocou a Islândia no mapa”. A “bonequinha com rosto de esquimó” como é descrita desde o início de sua carreira, também atuou em um filme chamado Dançando no Escuro do cineasta dinamarquês Lars von Trier. Ela interpreta uma mãe capaz de tudo em nome da felicidade de seu filho.

O show de amanhã de Bjork começa às 20:30, na Pedreira Paulo Leminski. O Tim Festival de Curitiba conta ainda com a presença das bandas The Killers, Hot Chip e Arctic Monkeys.

Discografia de Bjork:


1977 - Björk
1993 -
Debut
1995 -
Post
1997 -
Telegram
1997 -
Homogenic
2000 -
Selmasongs
2001 -
Vespertine
2004 -
Medúlla
2005 -
Drawing Restraint 9 (trilha sonora do filme de mesmo nome)
2007 -
Volta

Filmes em que a cantora atuou:

1987 - The Juniper Tree, personagem: Margit. (Rhino Home Video)
1994 - Prêt-à-Porter, participação não creditada como modelo.
2000 - Dancer in the Dark, personagem: Selma Jezcova. (Zentropa Entertainment)
2005 - Drawing Restraint 9, (Matthew Barney)


Site sobre Bjork em português: http://www.bjork.com.br/
Site oficial:
http://bjork.com/
*foto: Marcos DPaula/AE

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Conferência Evangélica movimenta feriado em Curitiba

O feriado será agitado para os evangélicos de Curitiba. Nos dias 1,2 e 3 de novembro a cidade recebe a sétima edição da Conferência Paixão, Fogo e Glória, o evento deve reunir milhares de pessoas nos três dias de realização.
Estão confirmadas as presenças de David Quinlan, cantor nacionalmente conhecido, Jorge e Rebeca Szczecko do Ministério Iadoracion da Argentina - e do Pastor Márcio do Ministério Apascentar de Nova Iguaçu.
O evento será realizado no Paraná Club, Av. Presidente Kennedy, 2377 no bairro Água Verde.
Os ingressos estão a venda em livrarias evangélicas da cidade e no Paraná Club. O valor é R$ 20,00 para os três dias.
Maiores Informações pelo e-mail pfgcuritiba@hotmail.com e pelo telefone (41) 3254-8638.

Veja o vídeo - propaganda da Conferência.

http://br.youtube.com/watch?v=yTxDDFxgmlI

Luana Gabriela

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Com quantos contrabaixos se faz uma orquestra


O grupo curitibano “Caçarola – Orquestra de baixos” apresenta um repertório variado e mostra como é possível conseguir um resultado musical consistente com apenas 6 contrabaixos.

Inspirada no grupo parisiense L'Orchestre de Contrabasses, o Caçarola nasceu da vontade que alguns estudantes de música tinham de aprimorar seus estudos sobre o contrabaixo. Depois de diversas tentativas de formar grupos de estudos, os seis integrantes se reuniram já com o nome definido e começaram a ensaiar. Segundo Fernando Schubert, um dos instrumentistas do grupo, o nome surgiu de uma discussão na comunidade do Departamento de Artes da Federal no Orkut. “Começou, na comunidade da Ufpr, uma discussão sobre panelinhas de baixistas e de guitarristas...cada um defendendo o seu instrumento...e dessa brincadeira eu falei ‘panelinha nada....isso aqui (dos baixistas) é uma tremenda de uma caçarola’. Daí o pessoal começou a tirar sarro e o nome ficou”. O instrumentista diz ainda que o objetivo do grupo é executar músicas conhecidas do público em geral e também músicas próprias com arranjos para contrabaixo e, além disso, realizar a prática de estudos desse instrumento.

O repertório é composto principalmente por estilos brasileiros como choro, samba, funk e frevo, mas conta também com a presença do jazz e um toque erudito. Além disso, há espaço para música própria. Na estréia do grupo (foto), que aconteceu no Teatro Paiol, em Curitiba, duas peças compostas pelos integrantes da orquestra já foram apresentadas e algumas outras já estão sendo preparadas para os próximos shows.

O que chama a atenção da maioria das pessoas que já viram o grupo, é que os seis contrabaixos juntos conseguem o efeito de uma banda formada por diversos instrumentos. “Nessas músicas os baixos fazem a função de : metais, bateria, surdo, tamborim, ganzá, violão, baixo e instrumento solista.” , diz Schubert.

Vamos às apresentações.... o Caçarola é:

Flávio Lira, responsável pela direção musical,
Ariadne Melchioretto,
Bruna Buschle,
Fernando Schubert,
Luis Gustavo Slomp e
Renata Cáceres.

foto: Vitor Moraes